Bem que eu me lembro, a gente sentado aliNa grama do aterro sob o sol
Observando hipócritas
Disfarçados, rondando ao redor
Amigos presos, amigos sumindo assim, pra nunca mais...
Nas recordações retratos de um mal em sí
Melhor é deixar pra traz
Melhor é deixar pra traz
...................................................................................................
Interpretação por Antônio.

Sinto a sensação de uma tarde amarelada.
Ventos-frios e estilhaços luminosos sob o meu rosto.
O pedaçinho onde estou sentado é só meu, a vida é de todos.
A grama me toca como mãos suaves de uma mulher apaixonada.
Sou eu mesmo, sinto-me puro, sou verdadeiro.
Enquanto por mim, passam pessoas disfarçadas.
Mentirosas, orgulhosas, vaidosas, medrosas, covardes.
O medo do novo as esconde e as deixam sufocadas.
Mas, elas sabem que no seu interior há pássaros livres.
Que no seu coração tentam voar.
Liberdade! (...)
Todos as querem, mas, nem sempre as conseguem.
Oh! Meus amigos, sejamos nós mesmos, nos libertemos.
Desses dogmas, sócio-modernos.
Amigos voltem pra si.
Prisão nem para pássaros.
Então, esquecemos e "recomecemos de novo".
Do ponto de onde paramos
Da grama do aterro
Sob o sol.
Interpretação por Antônio.

Sinto a sensação de uma tarde amarelada.
Ventos-frios e estilhaços luminosos sob o meu rosto.
O pedaçinho onde estou sentado é só meu, a vida é de todos.
A grama me toca como mãos suaves de uma mulher apaixonada.
Sou eu mesmo, sinto-me puro, sou verdadeiro.
Enquanto por mim, passam pessoas disfarçadas.
Mentirosas, orgulhosas, vaidosas, medrosas, covardes.
O medo do novo as esconde e as deixam sufocadas.
Mas, elas sabem que no seu interior há pássaros livres.
Que no seu coração tentam voar.
Liberdade! (...)
Todos as querem, mas, nem sempre as conseguem.
Oh! Meus amigos, sejamos nós mesmos, nos libertemos.
Desses dogmas, sócio-modernos.
Amigos voltem pra si.
Prisão nem para pássaros.
Então, esquecemos e "recomecemos de novo".
Do ponto de onde paramos
Da grama do aterro
Sob o sol.













